A prática do copiar e colar da internet tem desestimulado muitos professores a utiliza-la como fonte para pesquisas e também prejudicado o desenvolvimento dos alunos.
Todo professor que já solicitou um trabalho para o seu aluno encontrou textos que são copiados e colados diretamente de fontes que são encontradas na internet.
A internet é uma fonte muitíssimo rica de informações e os alunos com cada vez mais facilidade de acesso à rede, acabam sucumbindo a tentação de encontrar a informação e simplesmente copiá-la para o seu trabalho.
Existe alguma coisa que podemos fazer para evitar ou minimizar essa situação? Muitos professores acabam se sentindo frustrados ao ver que o trabalho solicitado é constituído de um monte de páginas impressas diretamente da Internet, muitas vezes sem nenhum critério por parte do aluno.
Eu já tive a experiência de solicitar uma pesquisa sobre as propriedades de um composto químico e os alunos me trazerem paginas de catálogos de fornecedores impressas diretamente.
Podemos refletir que a utilização da Internet e mecanismos de busca como o Google ou o Bing, por exemplo, são recursos válidos que o aluno pode utilizar em seus trabalhos, tanto quanto a utilização de um livro na biblioteca.
Mas o Professore deve sempre destacar que a busca da informação tem necessariamente que acompanhar de uma reflexão de seu conteúdo. Nem sempre o que se encontra na Internet reflete uma informação exata, atual e válida. Tem que se tomar cuidado com a fonte da informação e de preferencia com confirmações.
Outro aspecto importante é a citação da fonte. Muitos alunos esquecem que utilizar o material produzido por outra pessoa sem permissão, constitui uma violação de direitos autorais (falando de uma forma geral, claro..). Dessa forma, a utilização da informação necessariamente tem que vir acompanhada da citação do autor de acordo com a permissão expressa no copyright do site.
Gostaria de deixar para reflexão sobre esse assunto, um texto do site imaster:
O Google como ferramenta de apoio ao aprendizado, escrito por Celso Pedroso. Ele comenta como o professor pode minimizar o efeito copiar/colar em trabalhos e atividades de aprendizado. Vale a pena conferir.

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